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           JORNALISTA RESP.: AB SILVEIRA                            VISITANTE                         CONTATO: abesilveira@hotmail.com
Observe como foram julgadas as contas do ex-presidente do Sanep Jacques Reydam, inicialmente protegido de Fetter Júnior e mais tarde de Eduardo Leite, continuando no governo de Paula Mascarenhas.Clique aqui e confira. A área da Saúde foi contemplada com uma denúncia do Ministério Público Federal envolvendo o ex-prefeito Fetter Júnior, Arita Bergmann, Francisco Isaias e Saad Salim.Clique e confira o teor.  Embora negue que esteja sendo processado, exitem pendências contra Eduardo Leite em andamento e o que se espera é julgamento sem favorecimentos. Clique e veja quais são.
BANCO DE DADOS
AS ÁGUAS ESTÃO BAIXANDO ASSUSTADORAMENTE
O site do jornalista A.B.Silveira
    Esta pérola é do saudoso Paulo Brasil do Amaral, advogado e político, que foi contada de todas as formas possíveis e que faz parte do anedotário desta região.      Paulo Brasil era o que tinha de melhor nas grandes concentrações políticas e boa parte do público marcava presença apenas para conferir sua astúcia.       Na segunda metade dos anos 50 ocorreu uma das maiores enchentes da história de Pelotas e da Região Sul e o encarregado de arrecadar donativos era o conhecido Paulo Brasil, tido na época como forte candiddato a vereador,  com muitas chances de se eleger.        Ao final de todas as tardes, Paulo prestava contas de tudo o que havia sido arrecadado para ajudar os flagelados e faturava muito politicamente com as várias
entrevistas que concedia para relatar o trabalho de sua equipe, envolvida naquela campanha.        Aquela chuva  e as suas consequências eram uma mão na roda, principalmente para ele, que era candidato a vereador e aquela campanha humanitária era tudo o que faltava para chegar ao Legislativo na eleição municipal.       Os dias eram marcados por muitas entrevistas mas aí a chuva parou e a imprensa local tratou de entrevistá-lo sobre o que havia sido arrecadado e como seriam distribuídos os donativos.        E quando um reporter, que comemorava o fim da enchente, perguntou como via a chegada do bom tempo, que representava o fim da aflicação de mais de uma centena de famílias, Paulo soltou esta pérola, que é contada até hoje: É meu caro…As águas estão baixando assustadoramente…         Fim da chuva, de expectativas e a sua fonte de popularidade e votos acabou se esvaziando e o resultado nas urnas não foi o que esperava mas a frase do desabafo se eternizou e virou motivo de muitos risos no meio político.  
É triste ver tantos irmãos passando por tantas privações nas mãos de um louco como o Nicolás Maduro na Venezuela e tantos políticos brasileiros que defendem um governante como esse. Um homem que impede a entrada de alimentos para tanta gente faminta não merece nem a consideração de nenhuma tendência política. Defender ideologias é uma coisa, masacrar um povo é outra, repugnante, que tem que ser julgada como crime de guerra. O basta está chegando a passos largos.
LÁGRIMAS DE CROCODILO?

Impressionantes as imagens da destruição do antigo prédio da SMED, que foi praticamente consumido pelas chamas. Um prédio de grandes momentos da Educação em Pelotas, que também foi palco de muitas falcatruas de maus gestores escolhidos a dedo. E a mais absurda das manifestações foi da prefeita Paula Mascarenhas, que assim se expressou nas redes sociais: “É muito triste essa cena. Não só por se tratar de um patrimônio público se perdendo, mas porque traz uma carga simbólica muito forte. Durante quatro meses meu gabinete foi essa sala bem da esquina, no segundo andar. Assim como eu, centenas de professores e gestores públicos passaram por esse prédio, que faz parte da história da educação em Pelotas. A SMED se mudou no fim de 2016, porque o prédio não oferecia mais condições de segurança. Era necessária uma restauração para a qual não havia recursos. Estávamos há algum tempo preparando um edital para venda de alguns prédios públicos e ele estaria incluído. Os bombeiros foram chamados no início da madrugada para combater um pequeno foco, que foi controlado. Infelizmente, no fim da manhã, o fogo voltou com força. O prédio estava vazio, não havia mais móveis ou documentos por lá. Uma tristeza imensa invadiu meu coração desde que eu recebi a notícia.” Foi o que afirmou a prefeita, sempre com seu discurso enganoso. Ela disse que faltam recursos para a obra de restauração do prédio, mas sempre sobrou para empregar amantes e similares de vereadores e para vários outros tipos de excessos, bem compatíveis com exemplos de mau comportamento dos últimos governos. Por falta de competência,Fetter Júnior repassou o Grande Hotel para UFPel e começou a atolar o Teatro Sete de Abril e mantido nesta situação nos governos de Eduardo e Paula. Agora vem o incêndio da antiga SMED e assim o município vai sendo depredado lentamente, até o dia em que não tenha mais nada.
FIM DA LICENÇA-PRÊMIO DOS SERVIDORES ESTADUAIS
Por 38 votos a 12, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou nesta terça-feira (26) a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 242/2015, de autoria do governo de José Ivo Sartori, que extingue a licença-prêmio assiduidade do servidor estadual e criando, no lugar, a licença capacitação. A votação foi um primeiro teste para o apoio que o governador Eduardo Leite (PSDB) na Casa, visto que a PEC precisava de maioria qualificada (33 votos) para ser aprovada e aguardava na Casa há mais de ano para ser votada em segundo turno — foi aprovada em primeiro turno no dia 6 de julho de 2017. Os únicos partidos que votaram contra a PEC foram o PT, PDT e PSOL. Durante a campanha, Eduardo Leite disse que era o novo e Sartori o superado mas bastou assumir e se beneficia desta violência contra os servidores estaduais. O mesmo Eduardo que só investe contra direitos, que não cobra duramente os sonegadores e até falou em vender um helicoptero do Estado, aproveitou ao máximo do aparelho no final de semana com sua impecável séquita Paula, mostrou sua aversão a um transporte mais barato para esta locomoção. Brinquedo novo.
Aumentam as especulações sobre as mudanças no secretariado e tudo indica que as trocas se confirmam após o Carnaval. Cogitada a saída de Jefferson Godinho Dutra, dos Serviços Urbanos, que até hoje não disse a que veio e que se mantinha no cargo apenas pela benevolência de seu protetor Paulo Morales, o Mosquito, que agora ocupa cargo da administração estadual. Jeffrerson já havia causado problemas quando anulou uma prova para ingresso no DIP e, conforme publicado por um colunista,não ajuda em nada a relação com o Leghislativo, onde teria afrontado até a base. Se for confirmada a sua saída, a administraçãoi não perde nada
Eles estão mais rápidos do que nunca e mais próximos do que as pessoas imaginam. Ultimamente são horas e mais horas de conchavos e acertos que punirão única e exclusivamente o contribuinte desta cidade, que virou uma espécie de otário de fácil manuseio destes grupos. De um lado Ademar Ornel, que vive em constante desafio, porovando todos os dias que a improbidade virou direito adquirido e de outro Fabrício Tavares , que até aqui só deixou a desejar por onde passou e que talvez um dia explique como tem conseguido sair ileso. Para quem não sabe, Ornel foi um dos que mais amorcegou a famosa CPI do Zé Gotinha, para que Fabrício não fosse punido em 2012. Passados sete anos, as gratidões foram convertidas em bons cargos e vantagens
Representantes do Sindicato dos Municipários de Pelotas (SIMP) e merendeiras das escolas da rede municipal estiveram na Câmara de Vereadores na quinta-feira para pedir apoio à pauta de reivindicações da categoria que pede redução da carga horária de oito para seis horas diárias e o fim dos desvios de função. Na próxima semana os secretários de Educação, Artur Corrêa e de Administração, Abel Dourado devem ser convidados a comparecer na Câmara para discutir o assunto com a categoria.“Este é um debate que precisa ser feito, pois as merendeiras são essenciais para o funcionamento das escolas municipais e estão sendo prejudicadas, por isso iremos mediar essa discussão e tentar construir com a Prefeitura uma alternativa capaz de valorizar essas trabalhadoras”, diz o vereador Marcos Ferreira, o Marcola (PT) que tem sido o interlocutor da categoria na Câmara e junto à Prefeitura.O vice-presidente do SIMP, Tiago Domingues explica que as merendeiras sempre cumpriram jornada de 30 horas semanais – apesar dos concursos preverem 40 horas de trabalho por semana – como forma de compensar os baixos salários e possibilitar que as trabalhadoras exercessem outra atividade no turno inverso. Em média o salário líquido da categoria gira em torno de R$ 500,00 por mês. Porém durante a administração do prefeito Eduardo Leite (PSDB) passaram a ter que cumprir às 40 horas semanais. Desde então o assunto tem sido incluído nas pautas de negociação com a Prefeitura sem ter uma solução. Para o vereador Marcus Cunha (PDT) a situação das merendeiras precisa de atenção urgente por parte da administração municipal. “Havia um compromisso da prefeita de modificar a carga horária para todos os servidores mas isso não foi cumprido e agora precisa ser reparado”, declara. DENÚNCIAS – Os desvios de função são outro problema apontado pelas merendeiras para o qual a categoria quer solução rápida. Durante a reunião, várias profissionais relataram fazer faxina nas cozinhas e em outras dependências das escolas por ordem dos diretores, quando deveriam ser encarregadas apenas de preparar as refeições dos estudantes e cuidar da higienização dos utensílios de cozinha. Outras contaram ter que desempenhar tarefas particulares para diretoras, como preparar refeições ou limpar suas louças. Entre os relatos de desvios de função surgiram também denúncias de assédio moral que serão averiguados pela direção do sindicado.Participaram da reunião os vereadores Marcos Ferreira, o Marcola (PT), Ivan Duarte (PT), Antonio Peres (PSB), Reinaldo Elias (PTB), Marcus Cunha (PDT), Fernanda Miranda (PSOL) e Éder Blank (PDT).(Texto assessoria Marcus Cunha)
MERENDEIRAS APELAM AO LEGISLATIVO