Tina Charles - You set my heart on fire

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 Tina Charles, 60 anos, é uma cantora londrina que alcançou sucesso como intérprete do gênero Disco na década de 1970.Iniciou sua carreira como "backing vocal", participando em 1969 em um disco de Elton John. Mais tarde, em 1975 foi a voz principal de um grupo chamado 5000 Volts que lançou o sucesso disco' I'm On Fire. A música alcançou o quarto lugar nas paradas de sucesso britânicas e 26o nos EUA, e a voz de Tina Charles foi considerada a melhor do grupo. A seguir, ela partiu para carreira solo. Sua gravação seguinte I Love To Love (But My Baby Loves To Dance) ficou por três semanas em primeiro lugar na parada britânica em 1976. Ela continuou a lançar músicas que fizeram sucesso, como Love Me Like A Lover, Dance Little Lady Dance, Dr Love, Rendezvous e Love Bug tornando-a uma estrela na em quase uma centena de países, porém ela nunca conseguiu grande sucesso nos Estados Unidos.Em 2008 lançou uma compilação das músicas preferidas de seu belo repertório, que marcou tanto uma época.

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Na atualização anterior mostramos o quanto já gastou o governo Eduardo Leite com sua mídia enganosa. Foi mais de 500 mil em dez meses.Não satisfeitos com este disparate, os genios do Paço abrem licitação de R$ 2,5 milhões para gastar na mídia em 2015, com exigências que podem escantear as agências locais. Qual será  a jogada do prefeito e do tal Luis Caminha?

www.poucaseboas.net - Contato: ab.silveira@ig.com.br

www.poucaseboas.net - O site do jornalista A.B.Silveira

FLAGRANTES DE UMA CIDADE ABANDONADA

Flagrantes da Pelotas abandonada sob o comando de Eduardo Leite: Foto principal é da tarde da sexta-feira 17 na rua Sete de Setembro, na esquina do Café Aquário. A foto menor é do DM de um cavalo se alimentando numa lixeira da Barroso com Benjamin Constant.

   A receita geral do Estado para o exercício financeiro de 2015 encontra-se m tramitação da Assembleia Legislativa.  Estimada em R$ 57.386.735.823, compreende o Orçamento Geral do Estado, referente aos poderes do Estado, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta. O deputado estadual Adilson Troca protocolou 41 emendas, beneficiando a 22 municípios. A intenção do parlamentar é atender melhor as localidades que não foram devidamente contempladas no projeto original do Governo.

A maior parte das emendas de Adilson Troca privilegia a saúde, área que é especialidade do deputado que presidente a Comissão de Saúde e Meio Ambiente desde 2013. “As emendas foram elaboradas todas ouvindo lideranças locais. Cada uma aponta para uma necessidade real das comunidades. Contamos com a sensibilidade do relator para acatar nossas sugestões”, explica Troca.

   Para Rio Grande, Troca tem como destaque principal o mesmo pedido feito em 2011 através de uma emenda popular com a mais de 20mil assinaturas: a duplicação da ERS 734 entre o trevo e o pórtico. Para os demais municípios, a maior parte das emendas apresentadas situam na questão de equipamentos médico hospitalares, Unidades Básicas de Saúde, ambulâncias, APAE e verbas para escolas.

  São contemplados por Troca os municípios de Rio Grande, São José do Norte, Pinheiro Machado, Piratini, Araricá, Capão da Canoa, Capão do Leão, Caxias, Cerrito, Chuí, Cristal, Guaíba, Jaguarão, Pelotas, Pedras Altas, São Leopoldo, Santa Cruz do Sul, Santa vitória do Palmar, Turuçu, Santana do Livramento, Parobé e Porto Alegre.

  Ao todo foram apresentadas 827 emendas a proposta de Lei Orçamentária Anual (PLOA) - Projeto de Lei no. 199\2014. O parecer do relator sobre as inciativas deve ser apresentado na Comissão de Finanças até o dia 7 de novembro, onde deve ser votada até o dia 13 para posterior apreciação do plenário.

Deputado Adilson Troca apresenta 41 emendas ao Orçamento do estado para 2015

I-N-C-R-Í-V-E-L

   Por mais que as pessoas tentem conviver com a crise da Santa Casa, fica muito difícil dar qualquer voto de confiança  para o provedor Roberto Brauner Penteado, cuja gestão é totalmente incompatível com a saúde pública da população pelotense. A mais recente informação, de extrema gravidade, é que uma pessoa procurou o Ministério Público Federal para denunciar que a instituição apresentou uma despesa de R$ 30 mil para um familiar seu por ter fornecido 30 litros de um suprimento alimentar, cujo custo unitário seria de r$ 1 mil.

    Impressionado com o alto custo do tal suprimento, o cidadão resolveu conferir os preços do produto e teria constatado que o mesmo é comercializado por preços que variam entre R$ 70,00 e R$ 100,00, decidindo então entrar em contato com o MP federal, que encaminhou o caso para o Ministério Público Estadual, que deverá agora analisar e tomar as providências cabíveis.

    O que impressiona é a forma como agem dirigentes de uma instituição deste porte, tentando de todas as formas captar recursos para compensar o mau gerenciamento do hospital, que tem vários empresários respeitáveis como dirigentes mas que se omitem diante do atul quadro e nada fazem para trocar este comando, que até prova em contrário, é uma das maiores confrarias do Partido Progressista de Pelotas, integrada por figuras bem conhecidas da comunidade local.

    Agora fica tudo por conta do MP estadual para conter esta ganância desenfreada de maus dirigentes que tentam de todas as formas apagar os rastros de uma gestão desastrada que pode entrar em colapso em pouco tempo em função da dívida descomunal que aumenta a cada dia, colocando também em risco o emprego de expressivo contingente de médicos e funcionários, que até os telefones tiveram cortados recentemente por falta de recursos para o pagamento das contas de seus setores.

  Sem receber resposta ao seu questionamento sobre o péssimo atendimento da quase totalidade dos médicos das unidades básicas de saúde do município – ele chegou a pedir desculpas aos poucos que cumprem com sua obrigação – o vereador Marcus Cunha (PDT), presidente da Comissão de Saúde da Câmara, denunciou, da tribuna, na manhã desta terça-feira, 21/10, a Secretaria Municipal de Saúde por improbidade administrativa e omissão ao não punir os profissionais, e pediu que a secretária Arita Bergmann tome providências a respeito.“A regra, nas 19 UBSs já visitadas pela Comissão, com provas testemunhais de pacientes e funcionários, é de que os médicos não cumprem horário. Eles têm contrato de seis horas, deveriam cumprir no mínimo quatro horas, mas atendem quatro, seis fichas, o que dá uma hora e meia de atendimento no máximo”, afirmou o parlamentar. E completou: “O que é feito com eles? Imaginem se os funcionários do Sanep ou os professores decidissem não cumprir sua carga horária porque ganham mal? Esta situação é que leva às extensas filas de pacientes na madrugada em frente aos postos para agarrar uma ficha,” disse Macus Cunha.O vereador vai pedir, esta semana, que a Secretaria de Saúde encaminhe ao Legislativo os processos já abertos contra os médicos que não cumprem a carga horária determinada pelos contratos com a Prefeitura. “Se a Secretaria não está punindo, então está incorrendo em omissão e improbidade administrativa.(Assessoria)


Marcos Cunha denuncia: Secretaria da Saúde é omissa sobre ausência de médicos nas UBSs