Maria Izildinha Possi,59,a conhecida Zizi Possi. É uma cantora paulista descendente de italianos que já gravou várias músicas de grande sucesso nas últimas décadas. Per amore foi um dos temas de novela da Rede Globo e marcou a carreira da cantora na interpretação de músicas italianas.Ela também gravou um CD com clássicos daquele país.

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Balanço positivo da Santa Casa dá sinais de maquiagem para salvar a pele do provedor Roberto Penteado, que teve uma gestão preocupante.

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Nem mesmo conhecidos membros da mesa conseguiram engolir o superávit do balanço da gestão do senhor Penteado, que nos deixou com os cabelos em pé.

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Esta situação de Santa Casa é digna de uma boa investigação e por isso fica o desejo de que o Ministério Público Federal e o MP do Rs investiguem com profundidade o atual quadro desta instituição histórica, que foi muito judiada nos últimos dois anos na péssima gestão deste senhor.

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A maioria das pessoas não tem noção do quanto uma instituição do porte da Santa Casa é vítima de esquemas políticos. De longa data, com exceção da gestão do senhor Roberto Lamas, a instituição tem forte orientação política do Partido Progressista.O quadro atual não deixa dúvidas com  personagens como o quebra tudo Érico Ribeiro, o inóspito Fetter Júnior, o ex-vereador Mansur Macluf, a ex-tesoureira e escudo Virgínia Fetter e o provedor, que ainda contam com a companheira e aliada Arita Bergmann, que recentemente esteve a um passo de assumir a direção da instituição.Uma confraria progressista que não deixa qualquer dúvida de que a saúde dos pelotenses passa pelas mãos de um partido, que hoje é motivo de chacota em todo o Brasil.

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Com tantas pendências e falta de qualidade no atendimento a secretária da Saúde Arita Bergmann teria coragem de cobrar melhores ações e posturas da direção companheira da Santa casa, hoje comandada pelos caciques do seu partido?

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Uma fonte nos passou a informação de que o senhor Henrique Feijó, membro do Conselho Fiscal, não tem engolido sapos da atual direção e que tem sido muito zeloso e preocupado com os rumos que a entidade pode tomar.Comportamento digno de elogios de um dos poucos que ainda não teria conseguido assimilar os números positivos produzidos pelo senhor Roberto Penteado. Bem que outros dirigentes poderiam adotar a mesma postura decente deste cidadão, que atualmente comanda e muito bem a Associação dos Municípios da Zona Sul.

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Em Rio Grande o Ministério Público derrubou o diretor da Santa Casa Rodolfo Brito, cuja gestão estava recheada de problemas.Uma ação digna de elogios do MP através do promotor Érico Rezende Russo que poderia ser analisada e pensada pelo MP local.

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É triste lembrar que instituições históricas passem por situações de extrema dificuldade por más gestões e ninguém quer ver uma instituição como a Santa Casa sob o risco de inviabilização e isto não está descartado caso não ocorra uma grande mobilização para a criação de um grupo diretivo que se empenhe ao máximo no saneamento do hospital, optando por mais trabalho e menos páginas sociais.

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Rio Grande foi uma das cidades onde as más gestões da Beneficência Portuguesa acabaram inviabilizando-a desde o ano 2000, com a perda de aproximadamente 250 leitos. Nestes quinze anos os atendimentos se concentraram na Santa Casa e no Hospital da Furg e da histórica Beneficência não restou mais nada, a não ser o leilão do prédio para pagar diversos tipos de dívidas, principalmente as trabalhistas.Ninguém aqui em Pelotas quer ver a Santa Casa tomar o mesmo rumo.

Zizi Possi - Per amore

Conheça o verdadeiro perfil de Paulo César Freitas Gonçalves, o conhecido PC, que se vale de patifarias e chantagens para obter todas as vantagens possíveis na política. Tudo o que está nestas quatro páginas é real. Bem diferente das postagens mentirosas que faz para achincalhar as pessoas, já que se trata de um nada por todos os costados.Este material também está disponível em  CD para os interessados.

Clique aqui e confira o perfil do famigerado PC


   Convidada pelos vereadores Marcos Ferreira (PT) e Ricardo Santos (PDT), presidente da Comissão de Educação, a secretária Lúcia Müller dos Santos foi enfática ao responder que não contrataria a empresa Falconi para prestar serviços de consultoria à SMED. A empresa foi contratada pelo atual governo, em 2014, sem licitação, por ser considerada de “notória especialização”, o que acabou não se comprovando, e o contrato foi anulado pela Justiça em fevereiro deste ano.

   A professora, que assumiu a SMED há pouco mais de um mês, participou de algumas palestras com técnicos da Falconi, e disse que “como forma de gestão é interessante”, mas não se mostrou favorável aos métodos como alternativa para a educação em todo o município.

     Foram muitos os questionamentos à nova titular, mas a professora fez um pedido aos vereadores: que o Legislativo auxilie na readequação do atual Plano Municipal de Educação, elaborado nas gestões de Ademar Ornel e da diretora da Câmara, professora Mariluce Kurz Vieira, quando titulares da SMED, para se adaptar ao Plano Nacional de Educação.

     A educação infantil foi o tema mais abordado. Tanto no que diz respeito à falta de autonomia das escolas para decidir sobre a infraestrutura dos prédios – reforma e limpeza, por exemplo – quanto à defasagem no número de vagas. O presidente da Câmara, vereador Ademar Ornel (DEM) lembrou que nos dois últimos anos houve um déficit de 10 mil vagas na educação infantil, sem que o governo tenha pedido autorização ao Ministério da Educação para construir mais escolas além das 14 solicitadas no período em que ele foi titular da SMED.

     “São as mesmas 14 que a Prefeitura até agora não construiu, enquanto colocava R$ 2 milhões na Falconi”, afirmou Ornel.

     A questão das creches foi bastante questionada pelo vereador Marcola. Segundo ele, no Residencial Eldorado, construído com recursos do Minha Casa, Minha Vida, as obras nem começaram e o material que se encontrava no local está sendo roubado. De acordo com o superintendente de gestão escolar, Marco Antônio Cunha, a empresa responsável pela obra daquela creche e das demais, informou à Prefeitura que “está sem verba para continuar. Já repassamos o caso ao prefeito”, afirmou.

     Mas o vereador Marcola não se satisfez com a resposta. Em sua opinião, o prefeito tem que vir a público e explicar à população o que está acontecendo. “Nós, vereadores, somos cobrados todos os dias porque o governo prometeu construir as creches. Quem tem que explicar que as creches não vão sair é o prefeito”.

Já o vereador Conceição Monsham (PT) pediu que a SMED “faça o mesmo que o Estado” e se empenhe na manutenção das escolas, como limpeza do mato e reforma de telhados.

    Transporte – O transporte escolar foi um dos problemas levantados pelo vereador Ricardo Santos. Ele questionou a situação enfrentada pelos alunos que moram no Corredor do Contorno, considerado área urbana e que estudam no Monte Bonito, área rural. O impasse criado pelo setor de transportes da SMED gerou problemas de locomoção para os estudantes em 2014.

  Da mesma forma, os alunos residentes no Pontal da Barra, no Laranjal, são obrigados a se deslocar a pé até a Escola Dom Francisco de Campos Barreto, no Valverde, porque não existe transporte, nem escolar nem urbano até o local. A secretária Lúcia dos Santos disse que o assunto está sendo analisado.

   Ricardo Santos também questionou as chamadas “salas de lata”. Ele enviou um pedido de informações à Prefeitura pedindo explicações sobre as mesmas e foi informado que a maioria das licitações para construção das escolas que substituiriam as salas de lata foram vazias. Por ano, a Prefeitura gastou R$ 600 de aluguel dos conteineres.

  Em resposta, a secretária disse que a situação “repercute no governo e na sociedade, na medida em que as crianças têm que estudar nessas salas de aula. Todos queremos melhorar. Vamos levar essas colocações e buscar agilizar esse processo”.

Para o vereador Ademar Ornel, o que faltou foi gestão do governo. Ele não quis atribuir o problema ao secretário anterior, Gilberto Garcias, mas disse que a SMED viveu um “grande vazio, por causa de um grupo de pessoas que achou que o mais importante era dizer não, era desconhecer o passado da Secretaria, quando educação é um processo contínuo que está acima de interesses político-partidários”.


Nem a titular da SMED contrataria a Falconi

  Ao final da audiência pública proposta pelo vereador Marcus Cunha (PDT) para debater a superlotação do Pronto Socorro, ficou acertada reunião, na próxima segunda-feira, 30/03, às 14h30, na Secretaria Municipal de Saúde, para iniciar um estudo do volume necessário de leitos nos hospitais de Pelotas capazes de atender a demanda no PS. A sugestão, levantada pelo parlamentar foi acatada por todos, e deverão estar presentes representantes da Comissão de Saúde do Legislativo, da Secretaria Municipal de Saúde, do Conselho Municipal de Saúde e dos hospitais locais.

    Em sua avaliação, a audiência foi “muito proveitosa”, disse Marcus Cunha. “Lugar de internação é em hospital, não é nos corredores do Pronto Socorro, e isso foi consenso entre todos os presentes, inclusive a própria secretária de Saúde, que admitiu a falta de leitos hospitalares”, afirmou o presidente da Comissão de Saúde da Câmara.

    O parlamentar também sugeriu que o Executivo utilize recursos da arrecadação do IPTU, que este ano deverá ficar em torno de R$ 20 milhões para a compra de leitos, “numa demonstração de que a saúde é prioridade para o governo”.

   Para o presidente da Câmara, vereador Ademar Ornel (DEM), a posição que deve ser adotada por todos os agentes públicos é “em favor do Pronto Socorro”. Ele disse que a evolução no atendimento do PS nos últimos anos foi importante, mas “enquanto tiver gente morrendo temos que ficar tristes”.

O vereador cumprimentou o colega Marcus Cunha pela audiência pública, e ressaltou que o prefeito Eduardo Leite não cumpriu com o compromisso anunciado no início de seu governo, de realizar encontros mensais com os vereadores e voluntários para tratar de melhorias na saúde pública.

Judiciário – Tramitam na 6ª Vara Cível Especializada em Fazenda Pública de Pelotas, 13.500 processos. Desses, entre cinco mil e seis mil são na área da saúde. Os números foram apresentados pelo presidente da Câmara, Ademar Ornel e confirmados pelo titular da 6ª Vara, juiz Mauro Peil Martins, convidado para a audiência pública.

   Para o vereador, “se esse número de pessoas entra com ações na Justiça, então a saúde não está bem. São problemas concretos, tem que ir ao médico e ao advogado ao mesmo tempo”, afirmou.

Em sua fala, o juiz disse que, apesar do pouco tempo no cargo, já pode perceber que “a situação não é boa”. Disse, no entanto, não ter uma solução e que seu interesse não é “judicializar” o problema da saúde em Pelotas, seja no caso do Pronto Socorro seja quanto à falta de leitos.

“Cabe ao administrador encontrar meios técnicos para resolver e encontrar uma solução, e aos vereadores fiscalizar”, concluiu.

Paralisação – Não são somente os pacientes e familiares a se queixar do atendimento no Pronto Socorro. Os funcionários, representados na audiência pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Serviços de Saúde de Pelotas, Luciano Viegas, se reúnem na próxima semana para decidir sobre uma paralisação. O piso da categoria, de R$ 1.100,00, acertado em 2014, não está sendo pago pelo município.

  Ao fazer uma retrospectiva da saúde no município, a secretária Arita Bergmann mostrou que a situação vem melhorando nos últimos anos. Segundo ela, isto se deve porque a atenção básica tem dado respostas positivas, como o aumento do programa Estratégia da Saúde da Família nos bairros, as unidades básicas de saúde que também aumentaram, a ampliação de leitos hospitalares e, por fim, a grande solução, no seu entendimento: a construção da Unidade de Pronto Atendimento da Avenida Bento Gonçalves, a UPA 3, que atenderá de 250 a 400 pacientes/dia, com seis médicos, sendo dois pediatras, no turno diurno, e mais três médicos à noite. “Eles vão diminuir a carga de trabalho a que são submetidos os servidores do Pronto Socorro”, disse a secretária.

  Ao falar sobre a questão da falta de leitos hospitalares, Arita Bergmann deixou uma dúvida no ar: “não sabemos se os hospitais têm disposição de fechar leitos privados e abrir leitos do SUS”.

 Logo após a secretária, foi a vez da superintendente de Gestão Hospitalar, Rosângela Soares abordar a situação do Pronto Socorro. Para ela, o aumento no número de pacientes se deve, muito, à busca de moradores de municípios da região. Há algum tempo, explicou, era de cerca de 9%. Agora, chega a 30%.

   Além disso, ela se referiu às chamadas “baixas sociais”. E explicou: vivemos num polo de pobreza. A criança recebe alta às 10h da manhã, mas a mãe fica no hospital até as 9h da noite depois de ter almoçado e jantado. E tem aquelas pessoas que precisam de dietas especiais e não têm como pagar, então internam para ter as dietas”, afirmou Rosângela.(Assessoria)


Superlotação do PS volta a ser debatida na Câmara Municipal

Santa Casa na UTI