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           JORNALISTA RESP.: AB SILVEIRA                            VISITANTE                         CONTATO: abesilveira@hotmail.com
Observe como foram julgadas as contas do ex-presidente do Sanep Jacques Reydam, inicialmente protegido de Fetter Júnior e mais tarde de Eduardo Leite, continuando no governo de Paula Mascarenhas.Clique aqui e confira. A área da Saúde foi contemplada com uma denúncia do Ministério Público Federal envolvendo o ex-prefeito Fetter Júnior, Arita Bergmann, Francisco Isaias e Saad Salim.Clique e confira o teor.  Embora negue que esteja sendo processado, exitem pendências contra Eduardo Leite em andamento e o que se espera é julgamento sem favorecimentos. Clique e veja quais são.
BANCO DE DADOS
A FRUTA NUNCA CAI LONGE DO PÉ
HABITAÇÃO PARA MULHERES VÍTIMAS DA VIOLÊNCIA
AS ÁGUAS ESTÃO BAIXANDO ASSUSTADORAMENTE
    MP-RS: UMA LUZ NO FIM DO TUNEL
O site do jornalista A.B.Silveira
CASAL DE GOLPES HABITACIONAIS
A escandalosa liberação dos R$ 10 milhões do Poder Legislativo para a Prefeitura Municipal tem tudo para sérios desdobramentos no Judiciário e pode dar muita dor de cabeça para o presidente da Câmara Municipal  Fabrício Tavares e para a prefeita Paula Mascarenhas. A absurda decisão já tramita no Ministério Público local e tudo indica que vai virar Ação de Improbidade nos próximos dias. Pelo menos dois pedidos já estão no MP.
É de causar perplexidade o proceso RTOrd 0021752-55.2016.5.04.0026 de autoria do Promotor de Justiça ALEXANDRE ARANALDE SALIM contra FUNDACAO DE ENSINO OCTAVIO BASTOS, que tramitou na 26ª Vara do Trabalho em Porto Alegre, cuja sentença foi prolatada no dia 31 de janeiro pela magistrada LUISA RUMI STEINBRUCH, com um conteúdo altamente constrangedor para o autor, que é integrante do MP-RS:Ante o exposto, julgo a ação improcedente, nos termos da fundamentação. Custas, pelo autor, de R$ 20.000,00, calculadas sobre o valor ora arbitrado à causa, de R$1.000.000,00, na forma do art. 292, § 3º do CPC. Retifique-se o valor da causa na autuação.Honorários advocatícios de sucumbência em favor do procurador da reclamada, no valor de R$100.000,00, calculados sobre o valor ora arbitrado à causa, de R$ 1.000.000,00, na forma doart. 292, § 3º do CPC, que deverão ser pagos pela parte autora, sob pena de execução.Ainda, o autor pagará multa por litigância de má-fé no valor de 5% sobre o valor da causa (R$ 1.000.000,00), no importe de R$ 50.000,00, reversível em favor da União.Independentemente do trânsito em julgado, expeçam-se ofícios, com cópia desta sentença,bem como da petição inicial, contestação e atas de audiência (inclusive as atas relativas àscartas precatórias e ao processo número 0020224-42.2018.5.04.0017), à Corregedoria doMinistério Público do Estado do Rio Grande do Sul, ao Conselho Nacional do MinistérioPúblico, e à Receita Federal, a fim de que tomem as providências que entenderem necessárias. Abaixo estamos disponibilizando a íntegra do acórdão, no qual aparece o envolvimento da empresa Saad Amin Salim & Cia Ltda, de propriedade do pai do autor da ação, contratada para a prestação dos serviços. Clique aqui e abra a íntegra desta pérola de acórdão da Justiça do Trabalho.
Luisa Steinbruch
Alexandre Salim
Saad Amin Salim
Não são poucas as queixas pela forma que são realizadas as ações de possíveis irregularidades na administração pública local e pela pronta ação daqueles que podem responder a procedimentos do Ministério Público estadual. Durante algum tempo o promotor Jaime Chatkin conseguiu instaurar vários procedimentos mas acabou saindo da área da Improbidade, onde houve pressão até de ex-prefeito. Foi substituído por André Borba, também um bom promotor, mas o incremento das ações de  grupos improbos acabou aumentando as cobranças para uma maior investigação nas áreas do Executivon e do Legislativo, onde a farra com o dinheiro público dá a impressão de ter virado direito adquirido. A boa notícia é de que a Promotoria da Improbidade já conta com os serviços de Luis Fernando Copetti Leite, que já começa a ter uma noção do  que terá pela frente. O que o cidadão comum quer apenas é que  possíveis irregularidades sejam investigadss independente do fato  dos envolvidos serem sobrinhos ou não de magistrados ou que tenham algum tipo de proteção de entidades secretas ou algo parecido. O novo promotor é, sem dúvida, umna luz no fim do tunel em Pelotas, até aqui uma espécie de ilha da impunidade.
Promotor Luis Fernando Copetti Leite
    Esta pérola é do saudoso Paulo Brasil do Amaral, advogado e político, que foi contada de todas as formas possíveis e que faz parte do anedotário desta região.      Paulo Brasil era o que tinha de melhor nas grandes concentrações políticas e boa parte do público marcava presença apenas para conferir sua astúcia.       Na segunda metade dos anos 50 ocorreu uma das maiores enchentes da história de Pelotas e da Região Sul e o encarregado de arrecadar donativos era o conhecido Paulo Brasil, tido na época como forte candiddato a vereador,  com muitas chances de se eleger.        Ao final de todas as tardes, Paulo prestava contas de tudo o que havia sido arrecadado para ajudar os flagelados e faturava muito politicamente com as várias
entrevistas que concedia para relatar o trabalho de sua equipe, envolvida naquela campanha.        Aquela chuva  e as suas consequências eram uma mão na roda, principalmente para ele, que era candidato a vereador e aquela campanha humanitária era tudo o que faltava para chegar ao Legislativo na eleição municipal.       Os dias eram marcados por muitas entrevistas mas aí a chuva parou e a imprensa local tratou de entrevistá-lo sobre o que havia sido arrecadado e como seriam distribuídos os donativos.        E quando um reporter, que comemorava o fim da enchente, perguntou como via a chegada do bom tempo, que representava o fim da aflicação de mais de uma centena de famílias, Paulo soltou esta pérola, que é contada até hoje: É meu caro…As águas estão baixando assustadoramente…         Fim da chuva, de expectativas e a sua fonte de popularidade e votos acabou se esvaziando e o resultado nas urnas não foi o que esperava mas a frase do desabafo se eternizou e virou motivo de muitos risos no meio político.  
    A Vereadora Fernanda Miranda (PSOL) protocolou na última terça-feira (05.02.2019) um pedido de informações (n° de protocolo 0580/2019) à Secretaria de Assistência Social do Município de Pelotas, acerca de projetos habitacionais direcionados a mulheres vítimas de violência doméstica.     É de conhecimento público a existência da Casa de Acolhida Luciety, que serve de abrigo transitório para mulheres vítimas de violência e em situação de risco de vida no município. No entanto esta casa possui a peculiaridade de manter as mulheres e seus dependentes isolados na casa, por motivos notórios de segurança, necessários aos casos a que se dirige, durante todo o tempo necessário de estadia para reabilitação social, psicológica e jurídica.       No entanto há casos de mulheres vítimas de violência doméstica que acabam desabrigadas e que, no entanto, não necessitam ou não podem entrar em regime de privação de seus direitos de ir vir. Muitas delas são mulheres trabalhadoras que em um momento tão delicado de suas vidas não podem abandonar seus empregos, visando a  reconstrução de suas vidas após episódios de violência em seus lares.      A partir destas constatações é que a Bancada do PSOL na Câmara solicita a Secretaria de Assistência Social do município, que apresente esclarecimentos acerca de quais os projetos habitacionais direcionados à mulheres vítimas de violência doméstica que são disponibilizados pela Prefeitura de Pelotas.(Assessoria)
Os alvos do casal, detidos na sexta-feira (8), eram famílias de classe média, que possuíam terrenos em dois condomínios do município. De acordo com o que apurou a Polícia Civil, eles apresentavam-se como proprietários de uma construtora, vendiam casas mediante assinatura de contrato, com pagamentos graduais durante a realização da obra. No entanto, conforme a investigação, quando percebiam que as vítimas não dispunham mais de recursos, abandonavam a construção. De com a 2ª Delegacia de Polícia, as vítimas não percebiam, na assinatura do contrato, a inclusão de uma cláusula, considerada abusiva, que previa a perda de valores pagos, caso os compradores desistissem da construção. — As obras eram deficitárias, com mão de obra não qualificada e materiais considerados de baixa qualidade. Em consequência, as construções sempre apresentavam problemas estruturais — explica um policial que participou da ação, mas não quis se identificar. As investigações foram iniciadas em setembro do ano passado e, desde então, foram cumpridos mandados de busca e apreensão na construtora e na residência do casal. Durante análise de documentos recolhidos, os policiais encontraram indícios de que os suspeitos pretendiam deixar o país. Entre eles, uma pequisa em escolas dos Estados Unidos, em busca de vaga para o filho. Com base nisso, foi solicitada a prisão preventiva dos dois. O pedido foi aceito pela Justiça e eles foram encaminhados ao Presídio Regional de Pelotas.(ZH)